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Sinopse: A balada da (in)dependência emocional é: corte, queimadura de óleo, assistindo colocarem fogo na minha cidade. São 9 vezes a mesma história contada de várias perspectivas diferentes. A performance fluida do gênero no cotidiano me leva à beira da existência. Paro de existir, espero não me acostumar. Corre, não corre, só corre: escorre. Nome sujo na cidade, gira a roda e vai. Não cai, se esvai.

Concepção: Paulo Tiago

Fotografia: Naty Veiga

Trilha Sonora: Naty Veiga 

Edição de Vídeo: Paulo Tiago

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